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Obituário

Pô, num guento. A piada mais quente do ano e o site novo falece. Enquanto não volta ao ar, posto por aqui mesmo.

Tá morrendo gente adoidado nesse planeta. Clodovil, David Carradine, Michael Jackson, Farrah Fawcett, Pitta, e mal pudemos nos recuperar da morte do querido Lombardi quando recebemos a notícia de Leila Lopes. Então, já que falta ainda um mês pra 2009 acabar, nós aqui da redação, em mais um exclusivo furo de reportagem, viemos trazer as mortes que vão abalar as manchetes até o fim do ano, antes delas acontecerem. Lembre-se: você viu primeiro aqui, no Sinuca de Bico.

José Serra: Enquanto vistoriava uma obra em Pinheiros, um buraco no chão se abriu do nada e tragou nosso governador para as entranhas da terra. Sobrou apenas um folheto do projeto de Expansão do metrô. Deixa esposa e um pano de lustrar careca saudosos.

Rihanna: Durante uma manifestação contra a violência contra a mulher, enquanto a cantora fazia um mosh na galera, houve um tumulto e a deixaram cair no chão. A necrópsia apontou traumatismo craniano, fraturas múltiplas e hemorragia interna, causados pelo pisoteamento. O cantor Chris Brown foi detido no local; testemunhas o viram soltando uma barata no meio da multidão.

Jesus Luz: Morreu na cruz, por nossos pecados. Cordeiro de Madgie, tende piedade de nós.

José Mayer: A versão oficial é que o ator teria falecido por esgotamento sexual num reverse gangbang de Helenas ensandecidas. Nós sabemos que ele jamais morreria disso. A verdadeira causa-mortis deve ter sido algo muito mais banal, como engasgar com um M&M de amendoim.

Xuxa Meneghel: Foi repentinamente arrebatada por uma legião celestial. Enquanto os alados mensageiros de Deus a levavam, suas últimas palavras foram “FUI VOCÊS NÃO MERECEM FALAR COMIGO NEM COM MEU ANJO #meujeitinho”.

Hebe Camargo: Revoltada pela não renovação do contrato com o SBT, a apresentadora vestiu um colete forrado com dinamite e sequestrou o Patrão. Estava no terraço do último andar do Teatro Imprensa, negociando com a polícia, quando um atirador de elite a atingiu no peito. O impacto da bala detonou os explosivos, destruindo o Teatro e alguns prédios históricos do Bixiga de brinde. Estilhaços da bomba chegaram até o Jassa Cabeleireiros; Sílvio Santos, porém, saiu ileso.

Regina Duarte: Avistou o que parecia ser um rato no São Conrado Fashion Mall e morreu de medo. Era só um animatrônico da decoração de natal.

José Sarney: Asfixia provocada por excesso de bigode. Deixa esposa, filhos, irmãos, primos, conhecidos, netos e namorados de netas saudosos.

Francisco Franco: O ditador sucumbiu ao mal de parkinson após prolongada agonia em 20 de novembro de 1975, e é com grande alegria que este blog vem anunciar que El Generalísimo continua morto.

É isso, gente. Foi um prazer, mas a partir de hoje esse blog não mais será atualizado. Eu agradeço a todos pela audiência, mas nunca mais. It’s gone. Acabou. Ces’t fini.

… por que a gente acabou de se mudar pra um domínio próprio, YAY! Acessem lá: sinuca.org (agora vocês sabem por que eu tava quieta esse tempo todo, tava botando o negócio pra funcionar). Atualizem os links e os bookmarks, s’il vous plaît. Beijão!

Novidades a caminho

Desculpem a falta de posts. Não é lá muito segredo pra quem tem acompanhado meu twitter, mas temos surpresa boa a caminho. Segurem a onda um pouquinho, pode ser? Beijos!

Dicas pro vestibular

Oi, gente! Hoje, 22/11/09, é o dia da prova da Fuvest, e eu sei que alguns de nossos amigos leitores estão prestando. Aproveitando a minha larga experiências em provas de vestibular e concursos públicos, eu deixo aqui as minhas dicas também.

Em primeiro lugar, mantenha a calma. Eu disse mantenha a calma. MANTENHA A CALMA. MANTENHA A CALMA, CACETE! Vestibular não é bicho de sete cabeças; da última vez que eu contei, eram 70 por vaga. Lembre que se você não passar, não é o fim da sua carreira profissional. Sempre pegam gente no telemarketing.

Saia cedo de casa, especialmente se estiver em São Paulo. A gente nunca sabe quando a marginal pode alagar, quando cai uma ponte ou quando acontece algum acidente. Outro dia mesmo caiu um caminhão de POSTES na marginal. Eu não disse postres (sobremesas), eu disse postes mesmo, e não estou brincando. Em São Paulo, é sempre recomendável saber andar de caiaque, e andar com o telefone do seu serviço de táxi aéreo de confiança. Pensa no impacto de chegar de helicóptero no local da prova, vai desconcentrar todos os concorrentes.

Alimente-se bem. E alimentar-se bem não quer dizer comer uma feijoada antes de sair de casa, a não ser que você curta uma cólica, uma má digestão, uma sonolência assim. Leve alguma coisinha pra comer lá também, sempre é bom. Dica: salgadinhos. Aquele barulhinho irritante do saco sendo aberto, o croque croque de mastigar, e aquele cheiro pavoroso de chulé passado no ar desconcentram até monge shaolin, que dirá seus concorrentes.

Leve material, caneta, lápis, borracha. Em dobro. Ou em triplo. Você nunca sabe quando a caneta pode estourar na sua mão, e se pedir emprestado de um concorrente, ele pode te dar de sacanagem uma daquelas canetas que a tinta some depois de um tempo. Aliás, onde é que vende aquilo, em lojas de mágica? Não, não, só pra saber…

Faça primeiro as questões fáceis, assim você se garante. Se faltam 10 minutos pra acabar a prova e ainda tem muito pra responder, escolha uma única letra e vai na fé. Eu vou marcar tudo em D de Dani.

É isso, gente. E boa sorte, a não ser que você seja meu concorrente, nesse caso eu quero que você morra. Beijos e boa prova.

Ainda não viu a parte I?

 

Machado de Assis – Eu realmente preciso te dizer quem foi esse cara? Não, sério?

Malcolm X – Parente do Ben 10 e da Márcia X, começou como traficante, pimp e malaco, passou a pregador do Islã e da supremacia dos negros, e, quando enfim começou a achar razoável a idéia de que nem todo branco era filhodaputa como os que mataram seu pai, e que brancos e negros poderiam conviver em pé de igualdade, foi assassinado. Não vamos condená-lo por achar que caucasianos são o demônio; como ele mesmo disse: “Um branco perguntar ao negro porque ele o odeia é como o lobo perguntando ao cordeiro: ‘Você me odeia?'”.

Martin Luther King – Pastor americano, militante pelos direitos civis e king of the black coconut candy. Foi a pessoa mais jovem a receber o Nobel da Paz, com 35 anos, em 1964. Era contra a violência, o que não o impediu de tomar um tiro.

Motumbo – Santo padroeiro de Pau Grande, distrito de Magé, no Rio de Janeiro, das cidades de Ponta Grossa e Rolândia, no Paraná, e do bairro de Picanço, em Guarulhos (SP).

Mussum – Pseudônimo de René Descartis, autor do Discurso sobre o Mé Todis.

Nelson Mandela – Advogado e militante contra o Apartheid sul-africano. Passou quase 30 anos na cadeia e ainda achou ruim quando soube que sua esposa Winnie andou ciscando por outros terreiros.

Os Mulheres Negras – Eles são homens e brancos, na verdade. Só os incluí pra cumprir as cotas.

Patrice Lumumba – Lider da independência do Congo e seu primeiro-primeiro-ministro legalmente eleito. Os europeus tavam achando até bonitinho esse negócio dos africanos quererem ser livres, mas quando o Lumumba disse que não bastava a independência política, queriam também o controle econômico, os brancos já ficaram ressabiados. Foi deposto em dez semanas e assassinado.

Pelé – Eu não sei direito quem foi esse cara, mas deve ter sido um grande ator venezuelano. Chávez vivia dizendo que preferia ver o filme dele.

Rosa Parks – A Dama do Lotação. Se recusou a dar seu lugar a um branco no ônibus – alegando que ele não estava grávido, nem era idoso, e sequer parecia deficiente, a não ser que fosse mental – e foi o estopim do movimento contra as leis segregacionistas nos EUA. É mãe do movimento dos direitos civis, mas filhos, mesmo, não teve.

São Benedito – Começou por baixo, como cozinheiro do convento, mas era tão gente boa que os capuchinhos o elegeram superior do mosteiro. Um dos seus milagres mais famosos, o milagre das rosas, foi plagiado por Santa Isabel, e ninguém fala nada por que ela é branca. A história é assim: o caboclo levava pães, escondido, para os pobres, e o uma vez novo superior do convento o pegou com a boca na botija. Desconfiado, perguntou: “Que levas aí, neguinho safado?” “Rosas, meu senhor”. Benedito abriu o avental, e os pães haviam virado rosas mesmo.

Tia Anastácia – Um grande e gordo estereótipo. Humilde e simplória, sensacional contadora de histórias e cozinheira de mão cheia, aguentava calada as filhadaputagens daquela que foi a precursora do Klu Klux Klan no Brasil, a boneca Emília. Eu no lugar dela já teria espancado a fascistinha de pano com o pau de macarrão.

Zumbi – Último líder de Palmares, famoso pela frase “braaaiiiiinssssss….”

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Este post não seria possível sem a inestimável colaboração dos meus negos do twitter: @any_g, @carolcaramba, @charmqgp, @FabioMarton, @fvanzo, @mrguavaman, @penachiando, @Shepones, e todo o resto que deu sugestões e eu esqueci de citar aqui, mesmo que não tenha aproveitado. Vocês são um poço de inspiração, gemza.

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, o seu blog preferido traz uma compilação de micro-biografias de grandes personagens negros da história, em duas partes.
Sinuca de Bico: descompromisso com a cultura e a realidade em primeiro lugar.

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Abram Petrovich Gannibal – Vendido como escravo à família real russa, foi apadrinhado por Pedro, o Grande. “Um negão na corte do Czar”, aliás, daria um bom título de comédia ruim. Primeiro intelectual negro da Europa, estudou em Paris, conheceu Voltaire, Diderot e aquela galera toda e foi chamado de “estrela negra do Iluminismo”. Chegou a general e governador. É bisavô do Pushkin, poeta romântico e estouradinho.

Aleijadinho – Antônio Francisco Lisboa, maior nome do barroco brasileiro. Vítima de uma misteriosa doença que o fez perder os dentes, os dedos dos pés e das mãos, esculpia com os cinzéis amarrados nos cotocos. Se vivesse hoje, seria conhecido como Deficiente-Fisicozinho.

Alexandre Dumas, père – Apesar do sucesso na literatura e das ligações com a aristocracia, enfrentou muito preconceito, e sua vida sempre foi marcada pelo fato de ser negão. Autor da célebre frase: “Tu te tornas eternamente responsável pelos seus Athos, Porthos e Aramis”.

Angela Davis – Militante feminista e integrante dos Panteras Negras, foi protagonista de um dos showlgamentos de maior audiência na história dos EUA, em que era acusada de participação na muvuca do julgamento dos irmãos Soledad – que acabou com o juiz baleado e parte do júri sequestrado. História longa e complicada, filho, é melhor googlar. Seu próprio julgamento e as manifestações por sua liberdade foram transmitidos intensamente pela TV, e Angela, que não era boba nem nada, aproveitou a audiência toda pra chamar atenção para a causa. Foi absolvida de todas as acusações.

Barbara Hendricks – Prima em segundo grau de Jimmy Hendrix, deu continuidade ao legado musical da família no campo da música erudita. Super soprano top-top, chegou a ser aluna da Maria Callas.

Benedita da Silva – Quase que um Lula de saias, saiu da favela e chegou a governadora, senadora e ministra de Estado. Considere o esforço pessoal dobrado por ela ser mulher e negra; fosse homem e branco, certamente já seria presidente do mundo.

Chica da Silva – Não confundir com Xica da Silva, personagem periguete daquele filme machista, racista e de ficção do Cacá Diegues. Chica da Silva, na medida do possível em seu tempo, foi uma senhora respeitada, patrocinadora das artes e da cultura.

Cirilo – O único negro naquela novelinha, Carrossel. Maria Joaquina tinha razão em rejeitá-lo, não por ele ser negro, mas por ser um puta moleque chato, bunda mole, chorão. Devia estar lá só pra cumprir as cotas.

Cruz e Souza – O maior poeta simbolista (na opinião desta que vos fala; o amigo leitor pode tirar as próprias conclusões aqui). Tinha uma linguagem musical e evocava imagens lindas. Não confundir com Souza Cruz, autor de Tabacaria. Morreu de tuberculose, como era moda na época.

Diamante Negro – Saudoso Leônidas, inventor do gol crocante com castanhas e mel. “Viver é bom, com gol de bicicleta é melhor”.

Grande Otelo – O Mouro de Uberlândia, apesar de comediante, teve a vida marcada por tragédias. Sua esposa Desdêmona se matou quando acusada de infidelidade por Oscarito. Orson Welles o considerava o maior general do cinema brasileiro.

José do Patrocínio – Publicitário e abolicionista, dedicou a vida à causa dos escravos. Chegou a comprar um jornal só pra ter espaço pra publicar o que escrevia – na época, saía mais barato que ter um blog. Mas não era militante de sofá, não. Manteve núcleos abolicionistas, fazia conferências públicas, chegava a ir lá e ajudar a negada a fugir. Depois da Abolição e da Proclamação da República, o pessoal decidiu que não era mais cool ter um amigo negro e deixou ele meio de lado.

 

Confira também a parte II

– por Bob Black
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1. Groucho Marxismo, a teoria da revolução comédica, é muito mais do que um projeto para a luta de classes; como uma luz vermelha na janela de um puteiro, ela ilumina o inelutável destino da humanidade, a sociedade déclassé. O G-Marxismo é a teoria da brinks permanente. (Pô, meu! Enfim um bom dogma.)

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2. O exemplo dos próprios Irmãos Marx mostra a unidade na teoria e prática Marxista (por exemplo, quando Groucho insulta o fulano enquanto Harpo rouba sua carteira). Além disso, o Marxismo é dialético (Chico não é o clássico comediante dialético?). Comediantes que não conseguem sintetizar teoria e prática (sem nem mencionar aqueles que não conseguem sequer pecar) são des-Marxistas. Comediantes posteriores, sem conseguir entender que essa separação é o “discreto charme da burguesia”, acabaram no puro vexame de um lado, e só na tagarelice do outro.

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3. Como o G-Marxismo é prático, suas realizações jamais podem ser reduzidas ao mero humor, entretenimento, ou “arte” (Os estetas, afinal, estão bem menos interessados na aprecição da arte do que na arte que se aprecia). Depois que um Marxista genuíno asiste um filme dos Irmãos Marx, ele diz a si mesmo: “Se você achou isso engraçado, de uma olhada na sua própria vida!”

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4. G-Marxistas contemporâneos devem denunciar o “Marxismo” vulgar e imitador dos Três Patetas, Monty Python e Pernalonga. Em vez do Marxismo Vulgar, devemos retornar à legítima vulgaridade Marxista. Retoficação(1) também serve para aqueles companheiros que acham que “a linha correta” é quando o seo gualda os manda parar e andar em linha reta pra ver se estão bêudos.

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5. Marxistas com consciência de classe (quer dizer, Marxistas que têm plena consciência de que não têm nenhuma classe) devem rejeitar a comédia anêmica, narcisista, de modinha dos revisionistas comédicos como Woody Allen e Jules Feifer. A revolução comédica já superou a simples neurose: ela é alegre mas não boba-alegre, discriminante sem discriminar, militante sem ser militar, crê na aventura e não no advento(2). Os Marxistas sabem que você deve se olhar num desses espelhos de labirinto que tem nos parquinhos para se enxergar como realmente é.

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6. Apesar de não completamente desprovido de vislumbres da verdade Marxista, o (sur)realismo socialista deve ser distinto do G-Marxismo. É verdade que o Salvador Dali chegou a dar a Harpo uma harpa feita de arame farpado; todavia, não consta que Harpo tenha chegado a tocá-la.

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7. Acima de tudo, é essencial renunciar e ultrajar todo o sectarismo comédico tal como o dos jegues troskos. Como bem se sabe, Groucho insistia em propor sexo mas se opunha a seitas. Para Groucho, havia uma diferença entre seguir Trotsky e passar trote. Além do que, o slogan trosko “Salários para trabalho de mula” é arreio de reforma, não de alegria. Os troskos esforços para reivindicar Um dia nas Corridas e Os Gênios da Pelota para a sua tendência devem ser rejeitados com fúria; na verdade A Mocidade é Assim Mesmo está mais no ritmo deles.(3)

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8. A questão mais urgente é o festão do partido(4) que – ao contrário do que pensam “Marxistas” ingênuos e reducionistas – é mais do que simplesmente “Por que não me convidaram?” Isso nunca impediu a necessidade dos Groucho! Marxistas de ter sua propria festinha partidária de vanguarda, uma vez que eles raramente são convidados para as festas de quem quer que seja.

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9. Guiados pelos dogmas do líder Marxista de descomportamento e materialismo histérico, as massas inevitavelmente abraçarão, não apenas o G-Marxismo, mas também uns aos outros.

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10. Groucho Marxismo, portanto, é o tour de farce da comédia. Como bem disse Harpo:
”         “
Em outras palavras, a comédia é revolta ou não será. Tanto a fazer, tantos pra fazer! Em suas Marx, preparados? Já!

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Esse é um texto antigo, de 1979, do Bob Black, um “teórico” “anarquista” “sério” (as aspas vão aqui por que nem ele mesmo se considera qualquer uma dessas coisas). Tradução desta mesma que vos fala. Devem existir pelo menos meia dúzia de traduções por aí, uma publicada, inclusive, e a mais famosa provavelmente é a do Ricardo Rosas, do Rizoma – que parece estar fora do ar. Eu decidi fazer minha própria versão por que acho que o Bob Black merece um pouco mais de brinks do que a seriedade toda com que se o traduziu até agora. Às notas:

(1) – “Retoficação” = “rectumfication” no original. O Ricardo Rosas diz que é “rectum” + “rectification”, eu acho que tem mais a ver com “reification”, reificação.
(2) – “adventurous but not adventurist”, no original, algo como “aventureira mas não temerária”. Entre perder o significado e o trocadilho, prefiro perder o significado. Ainda bem que não me pagam pra traduzir.
(3) – Esse parágrafo é cheio de referências a Trotsky, trote (de cavalo e panz), e a equinos. Fiz o que pude pra manter a graça.
(4) – “the party question”, trocadilho intraduzível. Party, vocês sabem, é tanto partido quanto festa.