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Archive for outubro \31\UTC 2009

Protegido: O caralho

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Adeus

This parrot is no more! He has ceased to be! ‘E’s expired and gone to meet ‘is maker! ‘E’s a stiff! Bereft of life, ‘e rests in peace! If you hadn’t nailed ‘im to the perch ‘e’d be pushing up the daisies! ‘Is metabolic processes are now ‘istory! ‘E’s off the twig! ‘E’s kicked the bucket, ‘e’s shuffled off ‘is mortal coil, run down the curtain and joined the bleedin’ choir invisibile!! THIS IS AN EX-PARROT!!

Então chegamos ao vigésimo primeiro dia, e o prazo de validade deste blog expirou. Eu me diverti horrores com vocês aqui, amiguinhos, mas, convenhamos, eu não tenho mais tempo nem saco pra blogar.

Este blog é morto.

Jesus-Resurrection

Cês não acharam mesmo que eu tava falando sério, né? Tem post novo domingo. Até lá.

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13 de lo otubro, lo dia Internacional de Hablarse Portunhol

(homenarre a Bilac y Bananere, baluartes de la cultura nacional)

“Ora (dirés) escuchar estrejas! Cierto
Perdeste o rruízo!” Y vos diré, no entanto,
Que para escuchalas mucha viez despierto
Y abro las ventanas, pálido de espanto…

Y conversamos por la noche, encuánto
La vía láctea, como un dosel abierto
Brilla mucho. Y cuando el sol viene, en pranto
Djô las procuro por el cielo desierto

Vos me dirés agora: “Amigo loco!”
¿Qué conversas con ellas? ¿Qué sentido
Tiene lo que dicen, cuando están contigo?

Y djô diré a vos: “Amá para entendierlas!
Pos solo quién ama puede ter oído
Puede escuchar y entendier estrejas.”

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– O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade?
– Sei lá, bota na mesa do estagiário.

O estagiário foi pego de surpresa com essa tal liberdade. Estava na solidão pensando num job pra resolver; se borrando de medo de errar e pisar na bola de novo. Trocou o emprego que mais amava pela ilusão do estágio em agência grande. Mas a gente aprende, a vida é uma escola.
“O que é que eu vou fazer com esse fim de tarde?” Já estava quase dando o fim do expediente e ninguém ainda lhe tinha dito como fazer pra resolver. “Não sei se fico aqui ou mudo de cidade”. Ele desejava, noite e dia, um emprego novo.

Enfim, decidiu: largou a agência, a faculdade e montou um grupo de pagode. Seu nome? Alexandre Pires.

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Toca o telefone no ônibus. Eu atendo.

Mermão: Geral tá perguntando aqui se você tem horas pra dar, digo, pra chegar.
Eu: Meu filho, qualquer hora é hora.
Mermão: Agora é hora/ de alegria/ vamos sorrir e cantar…

Por que quem ama, constrange.

história verídica, postada por inspiração de um post do Vitor.

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Toda vez que eu chego em casa, a Clarice Lispector tá na minha cama.

– Porra, de novo, Clarice? Eu não acredito.
– A realidade é inacreditável.
– Fala sério, não pode ser. Você não é a Clarice Lispector de verdade, né?
– É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer.
– Meu, eu não tou entendendo.
– Suponho que me entender não é uma questão de inteligência, e sim de sentir…
– Cara, que absurdo. Clarice Lispector tá na minha cama!
– Toda a compreensão súbita é a revelação de uma aguda incompreensão.
– Mas o que cazzo você está fazendo aqui?
– Escrevo por não ter nada a fazer no mundo: sobrei e não há lugar para mim na terra dos homens.
– Tudo bem, Clarição, mas de boa. Esse é o meu quarto, essa é a minha cama, você não pode ficar aqui.
– Escuta: eu te deixo ser, deixa-me ser então.
– Eu tou falando muito sério.
– Renda-se, como eu me rendi.
– Ok, pode ficar. Desisto.
– A desistência é uma revelação.
– Tudo bem, eu já entendi. Eu chego em casa e Clarice Lispector tá na minha cama. Mas só me diz uma coisa: você não tinha morrido? Tipo em 1977?
– O que importa afinal, viver ou saber que se está vivendo?

clarice_lispector

clarice lispector sempre me liga.

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À doce senhora que encontrou meu blog por meio da busca “gostaria de fazer alguma coisa para que meu esposo pegase nojo do cigaro”, eu deixo aqui um diálogo que tive com um amigo, alguns anos atrás:

– Mas você quer mesmo parar de fumar?
– Claro!
– Me dá um cigarro desses aí.
– Como?
– Me dá um cigarro desses aí, eu disse.
– Mas pra que?
– Eu vou fazer xixi nele e deixar secar. Quando você não estiver olhando – pode ser hoje, pode ser qualquer dia desses – eu vou trocar o cigarro por um qualquer do seu maço. Você nunca, NUNCA vai saber qual é o premiado, e vai sempre pensar duas vezes antes de acender um que não seja de um maço novinho.
– Acho que não quero parar de fumar tanto assim.

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